segunda-feira, 15 de janeiro de 2007

malhação 2007



Décima-quarta temporada do seriado Malhação, exibida entre 15 de janeiro e 12 de outubro de 2007. Apresentou a história A importância dos pais na educação dos filhos, a qual foi escrita por Paula Amaral, Izabel de Oliveira e Márcio Wilson, com colaboração de Maria Mariana, Flávia Lins e Silva e Alessandra Poggi, e consultoria de texto de Charles Peixoto. A direção coube a Roberto Talma, Carlo Milani, Roberto Vaz, Pedro Vasconcellos e Leonardo Nogueira, já o núcleo ficou a cargo de Ricardo Waddington. Trouxe como tema o judô, abordado ao longo da temporada.

A temporada de 2007 é considerada a última a utilizar a técnica cold open, abolida no início da temporada de 2008.

Apresentou as novatas Fiorella Mattheis, Thaila Ayala e Maria Eduarda Machado como as protagonistas da trama, Victor Ferreira, Rômulo Arantes Neto, Klebber Toledo, Gabriel Wainer, Ricardo Tozzi e Fernanda de Freitas como os co-protagonistas e Bruno Udovic, José Rubens Chachá e Gabriella Vigol como os antagonistas principais
Enredo
Três jovens com personalidades, origens e objetivos completamente distintos, mas um problema em comum: o confronto com as suas famílias. Este é o fio que une a trinca de protagonistas e os conduz a um pacto e a uma tragédia que vão mudar para sempre as suas vidas.

Mas até que ponto o legado da família influencia nossas atitudes ou transferimos a responsabilidade dos nossos atos para aqueles que nos cercam?

O público vai acompanhar nesta temporada a discussão da importância dos valores familiares passados através das gerações.





[editar] Sinopse
Malhação 2007 contou com a narrativa de três amigas inseparáveis - Marcela (Thaila Ayala), Vivian (Fiorella Mattheis) e Cecília (Maria Eduarda Machado) - que tinham personalidades, origens e objetivos completamente diferentes. A ambiciosa Vivian sonhava ser uma modelo famosa, reconhecida em todo o mundo. Cecília, por sua vez, só queria ter coragem para se declarar a Mateus (Klebber Toledo), um amigo de infância. E Marcela desafiava o destino a fazê-la render-se a um grande amor.

Mas sonhos e realidade nem sempre contam uma mesma história. Vivian causa um acidente de carro que custa a vida de seu irmão, o judoca Leandro Pimenta (Igor Trípoli). Com medo da prisão, ela diz que Leandro era quem dirigia o carro. Em seguida, ela pede para Cecília confirmar sua versão, pois Marcela entrou em coma e não consegue se lembrar do acidente ao acordar.

Muitas complicações vêm com a mentira e Vivian e Cecília se enrolam para tentar sustentar a versão. Até que Marcela se recorda de que era Vivian quem estava dirigindo o automóvel no dia do acidente e desmascara as duas, obrigadas a pagar na justiça pelos erros que cometeram.

Em paralelo a toda essa confusão, Marcela vive uma história de amor e conflitos com André Dias (Rômulo Arantes Neto), um bolsista do Colégio Múltipla Escolha que deseja se vingar de Arnaldo (José Rubens Chachá), pai de sua amada e poderoso empresário, por tudo o que fez contra seu pai, Gabriel Dias (Roberto Frota), em 2000. Por causa deste desejo de vingança, André quase perde Marcela para Fábio (Ricardo Tozzi), um advogado muito competente.

Cecília descobre que sua paixão por Mateus era só amizade de infância e encontra um novo amor, Eduardo Andrade (Gabriel Wainer), o qual ela quase perdeu para Francesca (Fernanda de Freitas), uma deficiente física. E, por ironia do destino, Vivian alcança sua fama, mas na periferia Morro da Usina, onde André morou e onde ela foi designada pela justiça para prestar serviços comunitários.

Nova Trama
As amigas Marcela, Vivian e Cecília têm uma tradição: a "noite das mulheres". Dessa vez, elas se reúnem na praia, à noite, e, seguindo um quase ritual, falam dos seus desejos para o ano que começa. A ambiciosa Vivian sonha ser uma famosa modelo que vai conquistar o mundo. Cecília, bem mais pé no chão, só quer mesmo um pouco de coragem para se declarar a Mateus, por quem nutre uma paixão platônica. Marcela confessa que não é mesmo apaixonada por seu namorado Murilo Jaguar (Bruno Udovic) e desafia o destino a ser capaz de fazê-la render-se a um grande amor.

Em breve, as três amigas vão aprender, da pior maneira, que sonhos e realidade nem sempre contam uma mesma história.


[editar] Marcela Persí
Filha de novos ricos, Marcela foi criada para ser princesa. O pai, Arnaldo, superou as dificuldades da vida e conseguiu trilhar um caminho de sucesso. Por isso, com o apoio de sua esposa Alaíde (Soraya Ravenle), se julga capaz de decidir sempre o que é melhor para a filha.

O namorado da filha é rico, pertence a uma família tradicional e é apaixonado por Marcela. Isso faz de Murilo Jaguar o genro dos sonhos de Arnaldo e Alaíde. Mas o namorado perfeito não resiste a um rabo de saia. E revela esta "virtude" momentos antes da festa de compromisso do casal, quando Marcela o flagra com outra garota e põe um ponto final no relacionamento.

Arrasada com a traição e com a postura dos pais, que são contra o rompimento do namoro, Marcela decide fazer uma viagem a Paris para fugir dos seus problemas. Um pouco antes de embarcar, Murilo aparece pronto para ir com ela. A sua revolta com a atitude do namorado aumenta quando descobre que seus pais estavam por trás desta armação. Decididamente, com o ex-namorado ela não viaja. Chega o momento de a estudante decretar sua independência e mostrar que tem vontade própria: Marcela rasga a passagem e sai para dar uma volta.


[editar] Cecília Albuquerque
O que Marcela não imagina é que Cecília também está com sérios problemas. A estudante é o ponto de equilíbrio de um lar marcado pela inconstância do estilo de vida desordenado de seus pais, Naninho (Guilherme Fontes) e Tatá (Bianca Byington). Para ajudar no sustento de casa, é vendedora de uma loja. Em um dia normal de trabalho, ela é demitida por derramar um copo de açaí no vestido mais caro da loja.

Sem emprego, Ciça, como é chamada pelas amigas, volta para casa arrasada e encontra uma típica situação da família Albuquerque: seu pai pediu um novo empréstimo no banco e comprou uma moderna câmera digital, pois decidiu que agora vai ser cineasta. A filha mais velha, sempre foi a mais responsável da casa, não acredita no pesadelo que está vivendo e, em meio ao caos, conta sobre sua demissão. Revoltada, sai batendo a porta.

Vivian Pimenta
Vivian vive o terceiro drama daquela mesma noite. A jovem criada pelos seus avós, Dionísia (Norma Blum) e Capitão Valério (Antônio Pedro), se cansou de viver à sombra de seu irmão gêmeo, Leandro, um ídolo dos tatames, e busca brilhar. Ambiciosa, a estudante conta com a sua beleza e ousadia para investir na carreira de modelo.

Todos os meses, Vivian desvia o dinheiro da prestação do apartamento dos avós para pagar um curso de modelo fora do país. Naquela noite, encontra deserto o escritório da agência de modelos e descobre que foi vítima de um golpe. Para piorar, volta para casa e vê uma carta que ameaça a família de despejo, caso não pague as prestações vencidas. Transtornada e sem coragem de dar a notícia aos seus avós, a quem engana há meses, ela sai.


[editar] O Acidente e a Mentira
Para fugir dos problemas, as três estudantes se encontram. Já que o dia delas foi péssimo, que pelo menos a noite em uma rave seja divertida. Mas as meninas percebem que escapar de suas dificuldades não é tão simples e a festa se torna uma grande terapia. Em meio à conversa, as três resolvem fazer um pacto de amizade: Marcela, Vivian e Cecília prometem se ajudar, independentemente do que venha acontecer com cada uma delas.

Quando as três estão deixando a festa, Leandro, o irmão de Vivian, chega correndo. O judoca havia encontrado no lixo de sua casa a carta do banco que ameaça a família de despejo e, assim que avista a irmã e as amigas saindo da festa, corre para alcançá-las. Já no carro, ele exige uma explicação.

No calor da discussão, Vivian é displicente na direção. Avança um sinal vermelho, sem notar que do outro lado vem um carro. O acidente é inevitável e custa a vida de Leandro, o único sem o cinto de segurança. É o fim da carreira de um dos maiores esportistas do país.

Assim que Vivian retoma a consciência se desespera ao ver o corpo do irmão. Com o choro inconsolável da amiga, Cecília acorda e se dá conta de que Marcela está desacordada.

A polícia e os bombeiros logo chegam ao local do acidente. A primeira pergunta que o Inspetor Rajão (Jarbas Toledo) faz às meninas é: Quem estava dirigindo?. Com medo de decepcionar ainda mais os avós - que para ela sempre tiveram em Leandro o neto favorito - e de ser presa, Vivian diz que o irmão era o motorista.

No outro carro envolvido no acidente estavam os amigos André, que permanece desacordado, e Roleta (Victor Ferreira), que tem certeza de que o carro das meninas avançou o sinal e foi responsável pela tragédia.

Lembrando do pacto de amizade que selaram na festa, Vivian pede que Cecília afirme que Leandro estava dirigindo e sustente esta mentira, até pelo menos ter coragem de conversar com seus avós. Mas a verdade pode estar prestes a aparecer. Cecília faz o exame médico e, pela posição da marca deixada pelo cinto de segurança durante o impacto, desconfiam de que era a motorista. Percebe então, que se constatarem em Vivian uma marca idêntica a sua, irão concluir que uma das duas dirigia o carro.

Com este alerta, Vivian se desespera e foge do hospital.

sábado, 13 de janeiro de 2007

sábado, 6 de janeiro de 2007

segunda-feira, 20 de novembro de 2006

cobras & lagartos



No geral, Cobras & Lagartos foi uma grande novela! A trama começou muito bem, uma história envolvente que destacou o talento de Francisco Cuoco, que deixou saudades! Depois foi a vez de Lázaro Ramos roubar a cena. Em pouco tempo ele e Taís Araújo já estavam juntos como o grande casal protagonista da novela. Marília Pêra foi o grande destaque. Com uma Milú cheia de trejeitos e frases de efeito, a atriz merece um grande prêmio de Melhor Atriz (quem sabe não será no Prêmio Contigo?).

A novela também destacou a significativa melhora de dois atores: Henri Castelli e Cléo Pires. Ambos mostraram- se bem mais maduros e merecem elogios. Em contrapartida, Daniel de Oliveira ficou bem aquém! Não que ele estivesse mau ator (isso é impossível!), mas parece que o papel não o agradava muito, fazendo com que ele fizesse apenas o trivial. Mariana Ximenes e Carolina Dieckmann deram conta de suas personagens, melhorando muito do início para o fim.

Elizângela, Ailton Graça, Carmo Dalla Vecchia e Totia Meirelles também se destacaram.

Fora aquela época onde certas cenas foram muito exageradas (como a fatídica lhama no meio da sala da mansão), a novela foi muito especial e deixa saudades. Vamos esperar que a substituta que entra no ar hoje seja tão boa quanto!!!

Que venha Pé na Jaca!

estreia PÉ NA JACA


No ano de 1984, em uma fazenda perto de Piracicaba, cinco crianças se conhecem. Arthur, que passa às férias na fazenda do tio plantador de jacas; Elizabeth, a filha da costureira; Guinevere, a filha de uma empregada; Maria, a filha de um rico fazendeiro; e Lancelotti, o filho de um dos colonos da fazenda, encontram-se, por acaso, na beira de um rio no interior de São Paulo, em Deus Me Livre, cidadezinha perto de Piracicaba.

Os cincos brincam sem perceber as diferenças sociais que os separam e têm a certeza de que aquela amizade durará para sempre. Mas as férias acabam e, com exceção de Lancelotti e Maria, eles nunca mais se encontram.

Vinte e cinco anos se passam até que o destino coloca Arthur, Elizabeth, Guinevere, Maria e Lancelotti novamente no mesmo caminho para que eles possam recomeçar do zero, e para isso estão todos de volta ao ponto de partida, onde tudo começou – a cidade de Deus Me Livre – sem a inocência dos velhos tempos e longe da amizade que juraram um dia.

Arthur e Guinevere se apaixonam perdidamente. Esta já foi casada com Caco (filho do milionário Último Botelho Bulhões), e teve um caso com Lance (Lancelotti) (ou Tico, tratamento dos mais íntimos), que é apaixonado por Maria. Maria Bô teve um marido na França a quem sustentava chamado Jean Luc, um conde falído que vive de aparências, além de um pretendente apaixonado por ela que vive perseguindo-a pelas ruas de Paris: Thierry. Arthur, porém, é casado com a interesseira Vanessa, que o traiu com o convencido Juan. Este, ajudava Elizabeth (que chega a se tornar a grande vilã da trama) em suas armações, e estimulava-a a passar para o lado do mau. Ela, tinha uma queda por Deodato, que era comparsa da misteriosa Morgana. Essa, teve um caso no passado com Merlim, amigo de Último que formavam um triângulo amoroso.

Elizabeth fará de tudo para prejudicar seus antigos amigos, movida somente pela inveja e a ambição, chegando ao extremo por dinheiro e poder, enquanto que os demais amigos se unem e juntos tentam mostrar a ela que o amor e a caridade são virtudes indispensáveis para se viver feliz verdadeiramente.

domingo, 5 de novembro de 2006

Polêmicas de Carlos Lombardi



Uma novela de Carlos Lombardi (escrita por Carlos Lombardi, Emanuel Jacobina, Margareth Boury, Tiago Santiago e Vinícius Vianna) exibida em 227 capítulos (de 5 de maio de 2003 a 24 de janeiro de 2004). Direção de Marco Rodrigo, Cláudio Boeckel e Edgar Miranda. Direção geral de Wolf Maya, Alexandre Avancini e Roberto Talma. Núcleo de Wolf Maya e Roberto Talma



Uma novela audaciosa, onde nem tudo que parecia ser, era realmente! Quando se fala em Kubanacan não existe meio termo: uns amam e outros odeiam. O desenho inicial da trama mostrava uma bela crítica ao sistema subdesenvolvido das chamadas Repúblicas das Bananas, onde Presidentes são depostos, mortos e a economia segue estagnada. Apesar de apresentar Humberto Martins como protagonista, a novela era mesmo centralizada em Esteban (Marcos Pasquim). A história era genial e muito misteriosa. As inúmeras participações especiais geraram polêmica, mas aconteciam para trazer à tona o passado de Esteban, que ‘caiu do céu’ (completamente nu) no primeiro capítulo. Marcos Pasquim esteve excelente nas muitas personalidades de seu personagem. Adriana Esteves mostrou, mais uma vez, que é uma atriz ilimitada e maravilhosa. Apesar do casal principal ter sido ótimo, o grande destaque da novela foi para outro casal... Carolina Ferraz e Vladimir Brichta foram perfeitos como Rubi e Enrico, proporcionando alguns dos melhores momentos da novela.

Mas sem dúvida o melhor da novela era o texto de Carlos Lombardi. Apesar de ter atributos que a tornariam diferente, a trama tinha, na verdade muitos elementos recorrentes em dramaturgia.

Por causa de suas divergências com o autor, Wolf Maya deixou a direção da novela (onde também trabalhava como ator) e foi substituído por Roberto Talma. A atriz Ângela Vieira pediu para deixar a novela por estar insatisfeita com sua Perla Perón (papel que foi escrito para Vera Fischer).

Mesmo sendo uma trilha bem caribenha e com muitas músicas românticas, os dois CDs da novela fizeram sucesso. Destaque para o hit No Me Platiques Mas, tema de Lola e Esteban.

Destaque para a deliciosa abertura de Hans Donner, bem no clima da história.

Grandes atores fizeram suas participações, como Stênio Garcia, Eduardo Moscovis, Joana Fomm, Mauro Mendonça, Regina Duarte, Viviane Pasmanter, Paulo Betti e muitos outros.

Apesar de suas muitas polêmicas, a novela teve uma excelente audiência, sempre próxima dos 38 pontos. Lombardi declarou ao fim da trama: "Sei que provoquei um monte de discussões. Há quem reclame muito, há quem tenha amado. Posso dizer que fiz um baita de um barulho. Era definitivamente o que eu mais queria: ouvir o barulho".