Ai meu lindo tadinho de vc mas vc tem eu pra conversar neh
seu bb ta aki
segunda-feira, 2 de junho de 2008
A FAVORITA

A Favorita: Assassinato, mistério, suspeitas e um quebra-cabeças Duas mulheres. Uma dupla sertaneja. Um crime no passado. Duas versões de uma mesma história. Quem está dizendo a verdade?A Favorita, novela das 21h das Globo, a partir de 02 de junho de 2008, com texto de João Emanuel Carneiro e direção de núcleo e geral de Ricardo Waddington, será uma trama cercada de mistério que, além de emocionar, trará à tona temas que, cada vez mais, parecem ser questionados pelo ser humano: ética, caráter e família. Num mundo onde as aparências enganam em quem se pode acreditar? Qual é a linha que separa o certo do errado? Até onde ir para conseguir o que quer? O que vale mais: o laço de sangue ou o de criação? "Nós estamos vivendo em uma época em que somos, em geral, lançados muito à dúvida. Quem é realmente confiável? Será possível que as pessoas continuem mantendo a ética, acreditando nos seus valores, em situações completamente adversas?", indaga o autor.

Na trama central, Flora (Patrícia Pillar) foi condenada a 18 anos de prisão pelo assassinato do marido de Donatela (Claudia Raia), sua antiga parceira na dupla sertaneja que formavam. Ao sair da prisão, vai lutar para provar sua inocência, acusando a ex-amiga do crime que ela já pagou.

Donatela, por sua vez, foi quem criou Lara (Mariana Ximenes), a filha de Flora com seu marido morto e herdeira única de um império de papel e celulose. "A Favorita é um drama psicológico que parte de uma premissa policial", sintetiza Carneiro.
Com estréia marcada para dia 02 de junho, A Favorita será ambientada em São Paulo e boa parte da trama se passará em Triunfo, uma cidade fictícia, localizada nos arredores da capital. "A grande novidade dessa novela é não ter uma heroína ou uma vilã pré-estabelecidas. Você tem suspeitas e um jogo. Será um diálogo diário com o público para saber aonde vai dar esta história", explica Waddington.
Flora e Donatela, melhores amigas
Donatela (Claudia Raia) e Flora (Patrícia Pillar) cresceram juntas. Donatela perdeu os pais num acidente e acabou sendo adotada pela família de Flora. Melhores amigas desde a infância, as duas meninas tinham vocação para o canto, o que lhes garantiu um passaporte para uma nova vida. Quando começaram a chamar atenção se apresentando em escolas e festas de clubes foram descobertas pelo empresário Silveirinha (Ary Fontoura), um caça-talentos que tirou Flora e Donatela de casa e as levou para excursionar pelo Brasil afora. Silveirinha foi um misto de pai e carrasco. Explorava as garotas ficando com boa parte do cachê que recebiam, mas, em compensação, dava-lhes comida e todo o carinho que ele tinha para dar para alguém – que não era muito.
A dupla de música sertaneja formada por Flora e Donatela - "Faísca e Espoleta" - chegou a fazer um razoável sucesso na época, mas a carreira foi interrompida após uma turnê, em que as duas conheceram os amigos Marcelo e Dodi (Murilo Benício), de quem se tornaram noivas.
Donatela casou-se com Marcelo, filho do poderoso Gonçalo Fontini (Mauro Mendonça), dono de uma indústria de papel e celulose, e Flora tornou-se esposa de Dodi (Murilo Benício), um homem que veio de baixo e que trabalhava na firma do pai do amigo.
O início da rivalidade
A felicidade de Donatela e Marcelo durou pouco. O primeiro filho do casal, Mateus, foi seqüestrado com seis meses de idade e nunca mais apareceu. Desde então, os dois passaram a se desentender com freqüência.
Flora, por sua vez, separou-se de Dodi, passou um tempo sozinha e, depois, teve um caso com Marcelo. Engravidou dele e deu à luz uma menina, Lara, o que agravou a crise entre Donatela e Marcelo e, principalmente, entre as duas amigas.
Duas versões de uma mesma história
No auge da crise entre Flora e Donatela, Marcelo é assassinado. Ele foi morto com três tiros disparados do revólver que, segundo testemunhas, estava na mão de Flora. Pega em flagrante, foi presa e dramaticamente separada de sua filha Lara, na época, com três anos de idade.
Donatela (Claudia Raia) acha que Flora (Patrícia Pillar) esperou a vida inteira para destruir sua felicidade. Ingenuamente, deixara que a amiga, a quem considerava uma irmã, seguisse os seus passos. Depois de um tempo, entendeu que Flora se casou com Dodi só para poder ficar perto dela e de Marcelo. Na visão de Donatela, Flora fez tudo para atrapalhar seu casamento – seduziu seu marido e tratou logo de ficar grávida dele.
Para Donatela, o desejo de Flora, na verdade, sempre foi pegar o seu lugar. Ela acha que, quando Flora percebeu que Marcelo nunca iria se separar dela, resolveu matá-lo. Donatela afirma que Flora premeditou o assassinato, mas que nada saiu como previsto. No dia do crime, Donatela saiu de casa, mas logo voltou porque se lembrou que tinha marcado hora com Cilene (Elizangela), sua manicure. Quando chegou em casa, flagrou Flora atirando em Marcelo, o que foi confirmado por Cilene, única testemunha do caso. Na versão de Donatela, depois de atirar em Marcelo, Flora ainda ia atirar nela. Para se defender, iniciou uma briga com a rival e quem pôs fim à luta foi Cilene, que conseguiu imobilizar Flora. Como, na briga, as duas seguraram a arma, o revólver ficou com as impressões digitais de ambas, mas o depoimento de Cilene bastou para condenar Flora pelo assassinato de Marcelo.
Segundo Flora (Patrícia Pillar), Donatela (Claudia Raia), quando criança, a fascinava por ser perversa e muito inteligente. A amiga, contudo, sempre seguiu seus passos e desejou tudo o que era dela, a começar pelos meninos. Para Flora, Donatela sempre dava um jeito de namorar os garotos que davam em cima dela. A mesma história, inclusive, se repetiu anos depois, quando Flora conheceu Marcelo. Donatela, ao notar que a amiga se interessou pelo jovem milionário, tratou de se insinuar para ele, deixando Dodi como a única opção para Flora. Apesar de saber que os casais estavam trocados, Flora acabou namorando Dodi, um rapaz lindo, mas, ao contrário de Marcelo, pobre. Flora, porém, afirma que a condição financeira de Dodi nunca foi um problema, já que ela nunca gostou de gente rica. O que a incomodou, na realidade, foi ter descoberto muito tempo depois, quando já estava casada com Dodi - e Donatela com Marcelo -, que sua amiga era muito mais do que uma "conhecida" de seu marido.
A versão de Flora é que Donatela e Dodi sempre foram amantes e tanto ela como Marcelo foram vítimas de um golpe minuciosamente planejado e muito bem sucedido. Donatela teria dado em cima de Marcelo já com o intuito de se casar com o jovem milionário, enquanto Dodi conquistaria Flora para se manter próximo à amante e ao dinheiro que ela passaria a ter. Além disso, o filho seqüestrado de Donatela e Marcelo, na verdade, seria filho de Dodi. Para que Marcelo não descobrisse a verdade, o casal deu um jeito de sumir com a criança. Como a verdade veio à tona, Flora e Marcelo se aproximaram e redescobriram o amor que teve que ser sublimado por causa das circunstâncias. Quando Donatela descobriu que Marcelo iria se separar dela e que perderia todo o dinheiro que sempre quis, resolveu agir. Junto com Dodi, premeditou o assassinato de Marcelo e, segundo Flora, deu um jeito para que ela estivesse na casa de Marcelo no momento do crime, tendo plantado inclusive testemunhas falsas para incriminá-la.
Rumos diferentes
Unidas no passado, Donatela e Flora tomaram rumos completamente diferentes. Mesmo achando que não conseguiria se erguer de novo - já que teve um filho seqüestrado aos seis meses de idade, foi traída pela amiga e ficou viúva e sozinha no mundo -, Donatela resolveu levar a vida adiante. Na dor, se aproximou de Dodi e, um ano depois, se casou com ele. Penalizada com o destino da filha do homem que mais amou na vida, Donatela resolveu criar Lara, mesmo sabendo que algumas pessoas a acusavam de ter adotado a filha da assassina de Marcelo somente por ela ser a única herdeira de um império.
Certa de que ela e Dodi foram vítimas de Flora, Donatela se considera uma sobrevivente. Dezoito anos depois da morte de Marcelo, vive com Dodi e Lara no rancho dos pais de seu marido falecido, Gonçalo (Mauro Mendonça) e Irene (Glória Menezes). Não se considera feliz, nem infeliz. Possui um casamento de altos e baixos com Dodi, porém vive com carinho e cumplicidade. Cuida de Lara com extremo zelo e preocupação e afirma que ama a filha mais do que tudo na vida. Acha que o destino, de alguma maneira, devolveu o filho que tiraram dela.
Tem uma ótima relação com Gonçalo, já que o magnata tornou-se eternamente grato por Donatela ter se disposto a criar sua neta, filha da amante e assassina do marido. Ele considerou a iniciativa de Donatela um gesto sublime, que demonstra um altruísmo extraordinário. Irene, ao contrário, sempre teve reservas em relação à Donatela e, principalmente, a Dodi. Irene era da opinião que Lara deveria ter sido educada por preceptores, longe do Brasil. Ela nunca concordou com o fato de a neta ter ido morar com Donatela, já que acredita que a esposa de seu filho teria todas as razões para odiar a criança. Afinal, a garota é o resultado do adultério do marido dela, que foi a causa de sua trágica morte.
Flora, por sua vez, foi condenada a 18 anos de prisão pelo assassinato de Marcelo. Considera que Donatela lhe tirou tudo o que tinha: Marcelo, sua promessa de felicidade e Lara, sua única filha que, do ponto de vista de Flora, chama a verdadeira assassina do pai de "mãe". Ela sempre afirmou que foi presa por um crime que não cometeu. Ficou trancada numa cela escura para ser esquecida para sempre e morrer. Duas coisas, porém, a mantiveram viva – Lara, que estava crescendo longe dela, e um desejo enorme de justiça e também de vingança. A única pessoa com quem Flora acredita poder contar é Irene, já que aposta que a avó de Lara sempre desconfiou da história de Donatela.
Por mais que nos últimos 18 anos as vidas de Donatela e Flora tenham seguido caminhos opostos, elas ainda possuem algo em comum: Lara.
Com a saída de Flora da prisão, Lara mais do que nunca se torna o alvo de disputa entre as duas mulheres que, um dia, foram amigas. Enquanto a missão da vida de Flora será se reaproximar da filha, Donatela fará de tudo para impedir que isso aconteça.
Disposta a evitar a qualquer custo que Flora se aproxime da filha, Donatela fica em seu encalço desde o momento em que ela sai da prisão. Além de contratar detetives, se alia a Pedro (Genezio de Barros), pai de Flora, alerta a todos em casa, inclusive Lara, sobre o perigo que a mãe biológica representa e chega até a procurar a própria Flora e lhe oferecer dinheiro para desaparecer. Para Donatela, Flora é uma psicopata perigosíssima e, por isso, Lara tem que ser mantida fora de seu alcance.
Flora, por sua vez, quer ver Lara de qualquer jeito. Para realizar este desejo, tentará se aproximar, primeiro, de Irene, apostando que esta pode vir a ser sua grande aliada.
Alheia ao que cada mãe deseja, Lara segue com sua rotina. Apesar de ser a única herdeira de uma grande fortuna, leva uma vida simples. Estuda Geologia, lidera movimentos estudantis na faculdade e namora Cassiano (Thiago Rodrigues), operário da fábrica de seu avô.
Com Donatela, vive às turras, apesar de todo o amor que uma sente pela outra. Ao contrário da mãe adotiva, vaidosa e consumista, Lara se recusa a usar maquiagem e roupa de grife. Muitas vezes se sente sufocada com a super proteção da mãe, mas, apesar das brigas, ama Donatela acima de tudo e se comove quando percebe que, por trás daquela fortaleza exterior, há uma mulher frágil que, com medo de perdê-la, chora e pede colo.
Já com Flora, Lara não tem nenhuma relação. Como Donatela fez questão de não preservar a imagem de Flora, Lara cresceu sem referências da mãe biológica. Por isso, a notícia da saída da assassina de seu pai da prisão inicialmente não lhe afeta. Afirma que, se sua mãe verdadeira vier a seu encontro, a dispensará pois uma não tem o que dizer à outra. Mas a constante preocupação de Donatela com a possível aproximação de Flora começa a fazer Lara se questionar. Se Flora procurá-la, ela deve dar alguma chance para a assassina de seu pai se explicar?
Dodi e Zé Bob, outros pontos em comum
Não é só Lara que Donatela e Flora têm em comum. Dodi (Murilo Benício) foi casado com Flora, mas, depois dela tê-lo traído e matado seu melhor amigo, ele se aproximou de Donatela. Na dor, os dois se uniram e, um ano após a morte de Marcelo, se casaram. Com esta nova situação, Dodi, que antes era apenas um funcionário da fábrica de Gonçalo, passou a ocupar um alto cargo na empresa e a morar, junto com Lara e Donatela, numa casa colada à do patrão, dentro do rancho dos Fontini.
Aparentemente, está tudo certo entre Donatela e Dodi. Apesar do eterno conflito com Lara, que não suporta a maneira autoritária como ele trata os empregados, ele é um marido carinhoso. Reservado e misterioso, porém, Dodi parece ser cada vez mais incompreensível. Donatela sabe que o casamento com ela foi um grande negócio para ele. O que ela parece não saber - ou faz vista grossa - é que Dodi desvia altas somas de dinheiro da empresa Fontini e a trai de forma sistemática. Dodi também não conta com a simpatia de Irene, esposa do patrão, que nunca aprovou a amizade de seu filho falecido com o rapaz inquietante.
Zé Bob (Carmo Dalla Vecchia) é outro denominador em comum entre Flora e Donatela. O jornalista investigativo sempre foi um enrolado com as mulheres. Teve todas e não teve nenhuma. Ostenta o título de solteirão mais requisitado da praça e tem prestígio no meio jornalístico. Mas, no íntimo, amarga uma terrível solidão e um sentimento de derrota. Trabalha no jornal "O Paulistano" junto com Maíra (Juliana Paes). Está sempre brigando com sua editora, Tuca (Rosi Campos), para publicar suas matérias que denunciam as falcatruas do político Romildo Rosa (Milton Gonçalves). Sua única companheira é a fiel cadela Wilma
Zé Bob conhece Flora por acaso. Com o intuito de ajudar aquela mulher que atropelou sem querer, se aproxima dela e se sente extremamente atraído. Como um bom jornalista investigativo, fica intrigado com o fato de a mulher não revelar nada sobre seu passado. Flora, por sua vez, apesar de achar que não se interessaria por mais ninguém, se surpreende ao perceber que gostou do jornalista. Porém, todo cuidado é pouco e Flora, para se preservar, apresenta-se para Zé Bob com o nome de Sandra Maia.
Como o destino parece insistir em colocar Donatela e Flora frente à frente, com Zé Bob não poderia deixar de ser diferente. O jornalista, assim como aconteceu com Flora, conhece Donatela por acaso. Os dois, no entanto, se estranham desde o primeiro momento. Zé Bob considera Donatela uma "perua fútil" e ela o acha insuportável. Embora vivam trocando farpas, os dois sentem uma forte atração mútua e, muitas vezes, não conseguem resistir a ela.
Fonte: Central Globo de Comunicação
domingo, 1 de junho de 2008
something...sunday



sem nada pra fazer,fiquei em casa escutando música no meu quarto.Depois o João me ligou eu fui no aniversário da Gina na casa dela no Carolina.
A noite fui no bar com o André,Mel e Anselmo.Ai ai heim Mel,entao agora vc tá de "mococa"?kkkkkkkk
até q tava legal,tirandu algumas atitudes desagradávies de nossos próprios amigos,o resto estava bom.Como diz o André..."por isso q as vezes é melhor dizer AI EU VOU EMBORA!"
As vezes uma simples atitude,ou uma simples palavra pode mudar o rumo da noite inteira.As vezes dizer ou pensar algo de alguém q lhe consedira muito,fará um dano q as vezes poderá ser irreversível.Cuidado!
pense,pense,pense e pense,só depois vc pense em agir.As vezes eu passo por cima de tantas coisas por causa de uma amizade.Tantos absurdos q se eu parar pra pensar vejo q nao vale q pena tanta consideração,mas mesmo assim estou eu firme e forte,engolindo a seco pra nao causar nenhum desconforto a ninguem.
Ontem,senti uma imensa vontade de dizer as quatro ventos que,"NA VIDA NAO IMPORTA A QUANTIDADE E SIM O CONTEUDO!"
sábado, 31 de maio de 2008
ultimo capítulo de DUAS CARAS

Fim
Célia Mara e Branca fazem as pazes após se estapearem na universidade. Já Alzira se muda para a Espanha, deixando Juvenal sozinho. O líder comunitário torna-se avô: Sua filha Solange tem um bebê com Cláudius. Já um misterioso Sufocador de Piranhas torna-se um verdadeiro pesadelo para as mulheres da Portelinha. No final, descobre-se esse sufocador na pessoa de Geraldo Peixeiro.
Sílvia seqüestra Renato, após fugir de um manicômio. A polícia localiza a vilã, que na fuga, é atropelada por um bonitão milionário e vai para a França com ele, acompanhada por J.B. como motorista. Ferraço se casa com Maria Paula, que convence o marido a confessar seus crimes para a polícia. O vigarista fica dois anos preso, e ao ser libertado, descobre que a amada e o filho foram para o Caribe, e que a moça vendeu todos os seus bens antes de partir. O desespero tem fim quando Ferraço descobre uma passagem para o Caribe comprada por Maria Paula para ele. Os dois, então, acabam juntos.
msg 13:31
Oi meu lindo,desculp nao te atender,é q eu to no trampo e hj ta complicado aqui pra mim.Não fica bravo com seu bebe nao
eu adoro vc meu anjinhu
eu adoro vc meu anjinhu
msg 13:31
Oi meu lindo desculpa nao te atender,é q to no trampo e hj ta complicado aqui pra mim
nao fica bravo com seu bebe nao
eu adoro vc meu anjinho
nao fica bravo com seu bebe nao
eu adoro vc meu anjinho
sexta-feira, 30 de maio de 2008
cade minha alma gemea???
hmm q friuuu...brrrrrr
hm...friuzinhu bom pra ficar na cama!Nem queria levantar hj rsrsrs
um friuzinhu gostoso,com chuva e sem chuva,com chuva e sem chuva!rs
Que vontade de pipoca,que vontade de sopão maggi rsrs
hmmm escolha dificil rs
mas vou ficar no sopão maggi mesmo,e com high school 2 hehe
adoooooooooooooorooooo
um friuzinhu gostoso,com chuva e sem chuva,com chuva e sem chuva!rs
Que vontade de pipoca,que vontade de sopão maggi rsrs
hmmm escolha dificil rs
mas vou ficar no sopão maggi mesmo,e com high school 2 hehe
adoooooooooooooorooooo
msg 10:55
Anjinhu eu cheguei em casa ontem tomei banho deitei e apaguei
me perdoa nao ter ouvido
eu nao to mentindo!Mas vc duvida de td em mim né!
me perdoa nao ter ouvido
eu nao to mentindo!Mas vc duvida de td em mim né!
msg 09:57
meu anjinhu
perdão por nao ter te atendido,cheguei em casa ontem e apaguei
me desculpa
vc sabe q jamais eu iria fazer isso com vc meu anjinhu,desculpa seu bebe
perdão por nao ter te atendido,cheguei em casa ontem e apaguei
me desculpa
vc sabe q jamais eu iria fazer isso com vc meu anjinhu,desculpa seu bebe
msg 09:57
Meu anjinho perdão por nao ter te atendido
cheguei em casa ontem e apaguei me desculpa vc sabe q jamais eu iria fazer isso com vc meu anjinho
desculp seu bebe
cheguei em casa ontem e apaguei me desculpa vc sabe q jamais eu iria fazer isso com vc meu anjinho
desculp seu bebe
Cuspir - deselegância ou necessidade?
Uma notícia ou uma conversa, muitas vezes, nos leva a refletir sobre coisas até então pouco pensadas.
Dia desses li uma reportagem dando conta de que em um dos principais jornais chineses, o Beijing News, foi veiculada uma notícia, no mínimo, sui generis: as autoridades de Xangai proibiram os motoristas de táxi de abaixar o vidro de seu carro para cuspir, um costume muito difundido na China, mas que enoja os visitantes estrangeiros, causando um certo desconforto.
O governo local anunciou no início do ano que havia previsão de distribuir cerca de 45 mil “cuspideiras portáteis” para evitar que pessoas cuspissem nas ruas.
Esse fato provocou uma questão em minha mente: seria cuspir um ato indesejável? Natural? De bom-tom?
Quem não consegue engolir ou controlar a salivação baba ou cospe? Vaca, cachorro, passarinho sabem cuspir? Sentenciavam os mais antigos: “O boi baba porque não sabe cuspir.” O certo é que o ato de cuspir é privilégio dos humanos e trata-se de uma técnica que depende de aprendizado, ou seja, deve ser ensinada. Cuspir significa lançar pela boca ou expelir saliva, cuspo ou substância líquida. Baba é a saliva que escorre pela boca.
O ato de cuspir -a cuspidura ou cuspidela- é uma função adaptativa do sistema estomatognático (ou bucal) e, por via de regra, refere-se a um fenômeno voluntário que, para ser executado, depende dos constituintes do sistema, cada qual desempenhando determinado papel. O posicionamento da mandíbula, assim como os movimentos da língua, bochechas e lábios, que resultam na expulsão do conteúdo salivar, devem ser integrados em altos níveis ao sistema nervoso central, especialmente os impulsos provindos do córtex cerebral, que operam a sinapse em pares de nervos cranianos, tabuleiro em que o hipotálamo parece ser peça fundamental.
Se o ato de cuspir, de um lado, pode ser causado reflexamente por estímulos gustativos ou irritativos da boca, por excesso de volume de líquido no seu espaço funcional, por outro, pode representar expressão de hostilidade ou de agressividade, manifestando, com deselegância, o desagrado de alguém diante de algo.
Há ainda as situações que, de repetitivas, acabam por se transformar em hábito: por exemplo, jogadores de beisebol e de futebol costumam cuspir para o lado, antes de uma jogada. Quando se assiste aos jogos de futebol, freqüentemente, vê-se na tela, em grande plano, uma encorpada cuspidela saída a muitos quilômetros por hora da boca do jogador.
Nomenclatura do campo temático: escarro, pigarro, cuspideira
Cuspir matéria ou secreção originada no fundo da garganta ou após expectoração tem um nome um tanto incômodo: escarrar. No entanto, esse enfoque de deselegância acontece há pouco tempo em termos de história: no passado, houve uma época, em que era normal as salas de visita das casas e lugares públicos exibirem um recipiente especial, a escarradeira, também conhecida por cuspidor, para que as pessoas deixassem ali seus depósitos bucais, geralmente os provenientes de tosse ou embaraço na garganta provocado por muco, o chamado pigarro. (Eca!) Esses recipientes eram usados também por causa do hábito de se mascar tabaco à época, coisa essa que fazia as pessoas cuspirem as massas de fumo. Os adeptos do vício mascavam e cuspiam sem parar.
Atualmente, o hábito se afasta da boa educação: o fato de se cuspir no chão, na rua, é um ato deselegante e insalubre, visto que a secreção, sendo rica em microorganismos, torna o local um foco de contaminação, que pode aderir à sola do calçado dos transeuntes e atingir o organismo até por evaporação da secreção.
As diversas funções da boca
Não se nasce sabendo cuspir. É preciso que alguém ensine e que alguém aprenda. Por incrível que possa parecer, faz parte da educação. Educação no sentido genérico, referindo-se ao ato de aprender e ensinar, não envolvendo modos elegantes ou não. E, nesse sentido, há que se ensinar um ser em formação a cuspir, até porque ele deve aprender a se livrar de algo incômodo, inadequado ou perigoso na boca.
Caminhando nessa mesma direção, podemos observar a fase em que a criança ainda é um bebê. Muito se fala que o bebê baba porque os dentes estão nascendo. Não é bem assim. Na verdade, o que ocorre é que, na época em que nascem os primeiros dentinhos, duas situações podem provocar tal procedimento: alguns deles colocam a mãozinha na boca e outros mantêm a boca entreaberta, sem contato labial, sem selamento dos lábios. Ora, tanto uns como outros não conseguem controlar o fluxo de saliva e, com a boca aberta, não deglutem e acabam babando.
Se o nascimento de dentes levasse as pessoas a babarem, esse procedimento ocorreria também aos 2 anos, época em que nascem os últimos dentes de leite e, ainda, aos seis, quando surgem os molares permanentes, na troca dos primeiros dentes. Assim por diante, até o nascimento dos últimos molares permanentes, já na adolescência.
A boca, essa incrível máquina de mastigar, que exerce tantas funções, é mesmo capaz de realizar muitos movimentos: deglute, assopra, aspira, assobia, espirra, beija, boceja, bochecha, chora, morde, sorri, baba e cospe.
Quanta coisa uma notícia ou um assunto nos leva a pensar!
Dia desses li uma reportagem dando conta de que em um dos principais jornais chineses, o Beijing News, foi veiculada uma notícia, no mínimo, sui generis: as autoridades de Xangai proibiram os motoristas de táxi de abaixar o vidro de seu carro para cuspir, um costume muito difundido na China, mas que enoja os visitantes estrangeiros, causando um certo desconforto.
O governo local anunciou no início do ano que havia previsão de distribuir cerca de 45 mil “cuspideiras portáteis” para evitar que pessoas cuspissem nas ruas.
Esse fato provocou uma questão em minha mente: seria cuspir um ato indesejável? Natural? De bom-tom?
Quem não consegue engolir ou controlar a salivação baba ou cospe? Vaca, cachorro, passarinho sabem cuspir? Sentenciavam os mais antigos: “O boi baba porque não sabe cuspir.” O certo é que o ato de cuspir é privilégio dos humanos e trata-se de uma técnica que depende de aprendizado, ou seja, deve ser ensinada. Cuspir significa lançar pela boca ou expelir saliva, cuspo ou substância líquida. Baba é a saliva que escorre pela boca.
O ato de cuspir -a cuspidura ou cuspidela- é uma função adaptativa do sistema estomatognático (ou bucal) e, por via de regra, refere-se a um fenômeno voluntário que, para ser executado, depende dos constituintes do sistema, cada qual desempenhando determinado papel. O posicionamento da mandíbula, assim como os movimentos da língua, bochechas e lábios, que resultam na expulsão do conteúdo salivar, devem ser integrados em altos níveis ao sistema nervoso central, especialmente os impulsos provindos do córtex cerebral, que operam a sinapse em pares de nervos cranianos, tabuleiro em que o hipotálamo parece ser peça fundamental.
Se o ato de cuspir, de um lado, pode ser causado reflexamente por estímulos gustativos ou irritativos da boca, por excesso de volume de líquido no seu espaço funcional, por outro, pode representar expressão de hostilidade ou de agressividade, manifestando, com deselegância, o desagrado de alguém diante de algo.
Há ainda as situações que, de repetitivas, acabam por se transformar em hábito: por exemplo, jogadores de beisebol e de futebol costumam cuspir para o lado, antes de uma jogada. Quando se assiste aos jogos de futebol, freqüentemente, vê-se na tela, em grande plano, uma encorpada cuspidela saída a muitos quilômetros por hora da boca do jogador.
Nomenclatura do campo temático: escarro, pigarro, cuspideira
Cuspir matéria ou secreção originada no fundo da garganta ou após expectoração tem um nome um tanto incômodo: escarrar. No entanto, esse enfoque de deselegância acontece há pouco tempo em termos de história: no passado, houve uma época, em que era normal as salas de visita das casas e lugares públicos exibirem um recipiente especial, a escarradeira, também conhecida por cuspidor, para que as pessoas deixassem ali seus depósitos bucais, geralmente os provenientes de tosse ou embaraço na garganta provocado por muco, o chamado pigarro. (Eca!) Esses recipientes eram usados também por causa do hábito de se mascar tabaco à época, coisa essa que fazia as pessoas cuspirem as massas de fumo. Os adeptos do vício mascavam e cuspiam sem parar.
Atualmente, o hábito se afasta da boa educação: o fato de se cuspir no chão, na rua, é um ato deselegante e insalubre, visto que a secreção, sendo rica em microorganismos, torna o local um foco de contaminação, que pode aderir à sola do calçado dos transeuntes e atingir o organismo até por evaporação da secreção.
As diversas funções da boca
Não se nasce sabendo cuspir. É preciso que alguém ensine e que alguém aprenda. Por incrível que possa parecer, faz parte da educação. Educação no sentido genérico, referindo-se ao ato de aprender e ensinar, não envolvendo modos elegantes ou não. E, nesse sentido, há que se ensinar um ser em formação a cuspir, até porque ele deve aprender a se livrar de algo incômodo, inadequado ou perigoso na boca.
Caminhando nessa mesma direção, podemos observar a fase em que a criança ainda é um bebê. Muito se fala que o bebê baba porque os dentes estão nascendo. Não é bem assim. Na verdade, o que ocorre é que, na época em que nascem os primeiros dentinhos, duas situações podem provocar tal procedimento: alguns deles colocam a mãozinha na boca e outros mantêm a boca entreaberta, sem contato labial, sem selamento dos lábios. Ora, tanto uns como outros não conseguem controlar o fluxo de saliva e, com a boca aberta, não deglutem e acabam babando.
Se o nascimento de dentes levasse as pessoas a babarem, esse procedimento ocorreria também aos 2 anos, época em que nascem os últimos dentes de leite e, ainda, aos seis, quando surgem os molares permanentes, na troca dos primeiros dentes. Assim por diante, até o nascimento dos últimos molares permanentes, já na adolescência.
A boca, essa incrível máquina de mastigar, que exerce tantas funções, é mesmo capaz de realizar muitos movimentos: deglute, assopra, aspira, assobia, espirra, beija, boceja, bochecha, chora, morde, sorri, baba e cospe.
Quanta coisa uma notícia ou um assunto nos leva a pensar!
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