sexta-feira, 7 de novembro de 2008
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
Jui Huang o ator de Taiwan q vive o chinês Liu em negocio da china

Caçula de três irmãos, Jui Huang sempre foi o mais "perdido" da família. O ator, que vive o Liu de "Negócio da China", nunca se encontrou profissionalmente. Prova disso é que, apesar de ter se formado em Educação Física, ele já trabalhou com vendas e administração, mas apenas para se manter.
"Nunca durei muito tempo numa coisa só", reconhece. Mas seu destino profissional mudou quando ele começou a participar de comerciais e logo foi escolhido para atuar no filme "O Amor do Outro Lado do Mundo", de Lucélia Santos, previsto para estrear no fim do ano. "Já nas primeiras cenas tive certeza de que era isso que queria fazer para o resto da vida", afirma. Nascido em Taiwan, na China, Jui veio para o Brasil com menos de dois anos de idade. "Como qualquer família de imigrantes, em busca de uma vida melhor", explica.
Agora, ele atua em sua primeira novela como o chinês que movimenta - literalmente - a trama. Seu personagem roubou US$ 1 bilhão já no primeiro capítulo da história, protagoniza cenas de ação dignas de cinema e agora busca desesperadamente o pendrive que contém as informações sobre o dinheiro. "Mas ele é um cara do bem. O vilão está vindo por aí", defende, referindo-se ao personagem de Anderson Lau, que se faz passar por Liu para recuperar a fortuna.
Apesar da empolgação com o papel, Jui - que fala mandarim fluentemente - não esconde uma certa apreensão com a carreira. "Quando fiz o filme, perguntei para as pessoas do ramo como era o mercado para orientais. E me disseram que se eu largasse meu emprego para tentar, iria passar fome", recorda. Outro agravante, para ele, é sua cicatriz no lábios.
Jui acredita que, para viver um lutador de kung fu, ela seja oportuna. Mas já se preocupa com futuros papéis. "Será que poderei fazer um amigo do amigo sem estar atrelado ao fato de ser oriental? É essa minha meta. Vamos ver no que vai dar", avisa.
Nome: Huang Cheng Jui.
Nascimento: 27 de fevereiro de 1985, em Taiwan, na China.
Na TV: "Programas da MTV e do Multishow".
Ao que não assiste na TV: "Sou muito eclético, vejo de tudo".
Nas horas livres: "Viajo para São Paulo, ligo para os amigos e vou a restaurantes".
No cinema: "Uma Mente Brilhante", de Ron Howard.
Música: "Pop, pop rock e eletrônico".
Livro: "Quem Mexeu no Meu Queijo?", de Spencer Johnson.
Prato predileto: "Lasanha".
O melhor do guarda-roupa: "Camiseta branca lisa".
Perfume: Acqua de Gio.
Mulher bonita: Grazi Massafera.
Homem bonito: Brad Pitt.
Cantor: Bono, vocalista do U2.
Cantora: A californiana Colbie Caillat.
Ator: Keanu Reeves.
Atriz: Angelina Jolie.
Escritor: Miguel Falabella.
Arma de sedução: "O olhar".
Programa de índio: "Ir a baladas abertas em dias chuvosos".
Melhor viagem: "Para Lisboa, para gravar a novela".
Sinônimo de elegância: "Sinceridade".
Melhor notícia: "Ser chamado para a novela".
Inveja: "De pessoas que aprendem tudo muito rápido".
Ira: "Quando mentem para mim".
Gula: "Com lasanha".
Cobiça: "Uma mansão no meio de uma pedra".
Luxúria: "Um olhar sedutor de uma mulher".
Preguiça: "Sempre ao acordar".
Vaidade: "Com o cabelo".
Mania: "De falar olhando nos olhos".
Filosofia de vida: "Um passo de cada vez, devagar e sempre, sempre para a frente".
quinta-feira, 30 de outubro de 2008
salão de sp 2008

O Salão do Automóvel de SP abriu suas portas ao público às 14h desta quinta-feira (30) e entre os primeiros a entrar no Anhembi estava a família do dentista Gilnei Alvarenga Cardoso, 30. Ele e o filho Lucas, o amigo Gilvan e o filho deste, Pedro, saíram na noite de quarta-feira de Jacutinga e seguiram para Pouso Alegre, ambas em Minas Gerais. Por volta de 7h, seguiram junto com o sogro de Gilnei, José Mauro, em direção à capital paulista. Pouco mais de 280 km para ver lançamentos e mudanças em modelos e, quem sabe, decidir qual será o próximo carro.
"Eu tenho um (Ford) EcoSport Freestyle 2008 e um Suzuki Samurai e quero saber o que há de novo e avaliar algumas opções. Soube que a Suzuki teria um estande aqui e quero ver o que eles têm a oferecer", afirma Gilnei, que veio para o seu segundo salão. Os demais estão estreando no Anhembi.
O primeiro estande visitado, porém, não foi o da montadora japonesa que volta a ter seus modelos distribuídos no Brasil, mas sim o de uma preparadora de som automotivo. "As crianças adoram equipamento de som, são loucas por isso, baixaram até o mapa do salão para marcar certinho onde está cada marca", explica o dentista. Em seguida, veio a chance de brincar de mecânico da Ferrari numa simulação de pit-stop de Fórmula 1.
Finalmente seguindo para ver o provável substituto do EcoSport (a Suzuki, por enquanto, só exibe o Grand Vitara em seu estande -- o Jimny ainda não chegou ao salão), Gilnei resumiu como será o dia dos cinco: "Vamos ficar apenas hoje e depois voltar para Minas, mas só saímos daqui no final ou quando as pernas não agüentarem mais".

A foto acima, feita por volta das 11h desta quarta-feira (29), mostra a preparação de um dos corredores do Pavilhão de Exposições para a visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que deve chegar ao Anhembi entre 16h30 e 17h40. Na programação, estão incluídas a visita a alguns estandes, uma entrevista exclusiva para jornalistas credenciados pelo Planalto e a cerimônia oficial de abertura da 25ª edição do Salão do Automóvel de São Paulo, que deve ocorrer por volta de 18h30.
As grades vistas na imagem isolam a área a ser percorrida por Lula e por sua comitiva do local de onde a imprensa autorizada poderá acompanhar a visita. Após a cerimônia, segundo a assessoria, o presidente segue para a base aérea de Guarulhos, de onde embarca para El Salvador, na América Central.
O Salão de SP abrirá suas portas ao público em geral na quinta-feira (30), a partir das 14h.
Ferrari e Maserati mostram suas máquinas

As italianíssimas Ferrari e Maserati podem não ter, no estande que dividem neste Salão de SP, os carros mais caros à mostra, mas lá estão muito certamente alguns dos mais desejados. Mesmo sem trazer novidades como a California, a fábrica de Maranello conseguiu causar alvoroço entre os jornalistas presentes ao Anhembi, nesta quarta-feira, ao reunir quatro de seus bólidos -- F430 Scuderia, F430 Spyder, GT e 599 GTB Fiorano -- cercados por modelos e revelados por um piloto de Fórmula 1. Uma unidade da 612 Scaglietti, versão personalizável da grife (por meio do programa Ferrari Atelie), deveria se juntar ao time, mas teve problemas na alfândega e sua chegada até o dia 9 de novembro ainda é dúvida.
A F430 Scuderia tem motor V8 em 90º e 510 cv de potência que a permitem alcançar a máxima de 320 km/h e, saindo da imobilidade, chegar aos 100 km/h em 3,6 segundos. Como principal estrela do espaço Ferrari/Maserati, a máquina orçada em R$ 1,6 milhão (valor que pode ser revisto em função das recentes alterações cambiais) ficou protegida por uma capa vermelha até ser "revelada" pelo brasileiro Felipe Massa, da equipe Ferrari de Fórmula 1 -- ele disputa o título de pilotos da categoria neste domingo, em Interlagos.
A Maserati, por sua vez, apresentou a versão S de dois de seus modelos, o cupê GranTurismo e o sedã Quattroporte, além do superesportivo MC12 Corsa, que com seu motor V12 de 6,0 litros e 755 cv é capaz de rivalizar com a Ferrari Scuderia e alcançar os 326 km/h (mas apenas em circuitos particulares ou em demonstrações, uma vez que não há homologação para seu uso em estradas e em pistas). O carro-chefe da casa, porém, é mesmo o GranTurismo S, que traz como credenciais seu motor V8 de 4,7 litros e 440 cavalos de potência e a caixa de transmissão MC Shift -- com o conjunto, alcança os 295 km/h e faz de zero a 100 km/h em 4,9 segundos.
Volkswagen Eos está chegando

A Volkswagen tem algumas novidades interessantes em seu estande no Salão do Automóvel de São Paulo, o primeiro a ser apresentado nesta terça-feira (28). Com chegada prevista às lojas já para novembro (ou seja, daqui a poucos dias), o conversível Eos (na foto acima), dotado de motor 2.0, promete ser um dos carros mais comentados do evento. Também vindo da Europa, o SUV Tiguan chega no primeiro trimestre do ano que vem, para disputar mercado com outros utilitários esportivos compactos-médios. Os preços de ambos provavelmente estarão acima da centena de milhar, já que não haverá benefícios tarifários para a importação.
Outra atração importante é o Passat CC, o luxuoso cupê de quatro portas apresentado em janeiro no Salão de Detroit. Ele também chega ao país no primeiro trimestre de 2009. Entre os conceitos, vale uma olhada no space up!, estudo para carro subcompacto (3,68 metros de comprimento) para quatro pessoas com motor traseiro -- seria uma espécie de "Fusca do futuro"; e na picape Concept, que se transformará muito em breve na primera picape média da Volkswagen, a ser denominada Robust e com fabricação na Argentina (e, claro, vendas aqui).
Por fim, atenção à inauguração da linha Bluemotion no Brasil, começando pelo Polo hatch agora e seguindo com Gol e Fox em 2009. Na Europa, o motor a diesel de boa qualidade ajuda nos resultados mais aceitáveis em termos de emissões poluentes e consumo de combustível. Aqui, a Volks fará a adaptação da proposta ao motor VHT 1.6 bicombustível. Para gastar menos (a marca não diz quanto) e, em suma, ser mais "verde", os carros ganharam, entre outras coisas, uma nova grade frontal (para melhorar a aerodinâmica) e pneus mais altos, de baixa resistência, calçando rodas menores (de 14 polegadas). No trem de força, mudam a relação de marchas e o gerenciamento eletrônico.
Como atração extra, a Volks promete aos visitantes do salão um pocket-show a cada 90 minutos, num teatro de cerca de 400 lugares montado ao lado do estande.
quinta-feira, 23 de outubro de 2008
msg 19:10
vc disse q nunca ia me abandonar mas ta me deixando aos poucos claro q issu tudo é culpa minha mas nao esquece o seu bb aqui nao,pelo menos na amizade meu lindo nao se afaste de mim assim.Vc é e sempre será meu anjinhu,pra sempre,lembra?
msg 19:08
Oi meu anjinhu,ahh nao to muito bem nao mas to levando mas to levando a vida do jeito q ela quer,to deixando ela me levar ,to com muita sddde vc
terça-feira, 21 de outubro de 2008
segunda-feira, 20 de outubro de 2008
msg 20:20
Oi nem me ligou neh ,queria tantu falar com vc mas td bem,tenha uma ótima semana
abração bb
abração bb
quinta-feira, 16 de outubro de 2008
terça-feira, 14 de outubro de 2008
borboletas
Percebo que o tempo já não passa
Você diz que não tem graça amar assim
Foi tudo tão bonito, mas voou pro infinito
Parecido com borboletas de um jardim
Agora você volta
E balança o que eu sentia por outro alguém
Dividido entre dois mundos
Sei que estou amando mas ainda não sei quem
Não sei dizer o que mudou
Mas nada está igual
Numa noite estranha a gente se estranha e fica mal
Você tenta provar que tudo em nós morreu
Borboletas sempre voltam
E o seu jardim sou eu
domingo, 12 de outubro de 2008
sábado, 11 de outubro de 2008
volkswagen GOLF GTI


Desde o seu lançamento em meados da década de 1970, o Golf GTI coleciona uma legião de fãs mundo afora. Ao longo dos tempos, a combinação de motor potente e dimensões compactas conquistou seguidores fiéis, especialmente na Europa.
A Volkswagen sabe disso, tanto é que revelará no Salão de Paris uma prévia da sexta geração do esportivo mais famoso da marca. Apesar de ser classificado como um estudo, o GTI exibido na capital francesa deve ser praticamente igual à versão que será produzida em série a partir de 2009.
Como em todo modelo que carrega esta sigla, o grande chamariz do Golf GTI está sob o capô. São 210 cv de potência, que possibilitam ao carro acelerar de 0 a 100 km/h em 7,2 segundos e atingir a velocidade máxima de 239 km/h.
Mas o visual não foi deixado de lado pela VW. Além das linhas assinadas pelo designer Walter de Silva - que já passou por Alfa Romeo, Audi e Seat -, o GTI mescla elementos novos com outros presentes em gerações anteriores. A grade em forma de colméia e as rodas de liga leve remetem à quinta geração.
Segundo a Volkswagen, o novo Golf GTI deve chegar ao mercado europeu no primeiro semestre do próximo ano.

chevrolet CAPTIVA

Apesar de decana por aqui no segmento dos utilitários esportivos, a imagem da Blazer está muito mais associada a missões policiais que a atividades de lazer longe do asfalto. Por muito tempo a GM pareceu conformada em suprir as frotas oficiais. Agora, com a chegada do Captiva Sport, um utilitário esportivo inteiramente novo, a Chevrolet parte em missão de capturar parte do público atendido pela concorrência. Lançado há um ano e meio, nos Estados Unidos, ele está chegando ao Brasil este mês, com as necessárias mudanças técnicas para o mercado local.
Mas a característica que mais deverá agradar é o seu preço. Equipado com motor 3.6 V6 de 261 cv, câmbio automático de seis marchas e diversos sistemas eletrônicos, o Captiva custa 92 990 reais, na versão 4x2, e 99 990 reais, na 4x4, valores bem abaixo dos cobrados por seus semelhantes. O único rival que se equipara ao Captiva é o Kia Sportage 2.7 V6 4x4 automático. Ele custa 99 900 reais. Mas não é tão bem servido de equipamentos, seu acabamento é mais simples, seu câmbio tem quatro marchas e seu motor rende 175 cv.
O Captiva chega com preço e conteúdo. Por meio do controle remoto da chave, por exemplo, é possível não só destravar as portas a distância, mas também dar partida no motor e ligar o ar-condicionado. O sensor de chuva, de série, tem ajuste de sensibilidade. Ou seja: é possível determinar quanto o pára-brisa deve se molhar antes de o limpador entrar em ação. Isso é útil, por exemplo, em uma estrada de terra, para evitar riscos no vidro. O Captiva será oferecido em dois pacotes de equipamentos. A diferença entre o mais completo, que acompanha a versão 4x4, e o menos, que vem junto com a 4x2, é a oferta de revestimento de couro, bancos com aquecimento e CD player para seis discos.
A vida a bordo é cercada de gentilezas. Piloto automático, volante multifuncional, porta-copos, descansa-braço na dianteira e na traseira e revisteiros no encosto dos bancos... O banco do passageiro da frente pode ser rebatido para se transformar em uma mesinha e o banco traseiro faz o mesmo movimento para liberar espaço para a bagagem. O volume do porta-malas é de 821 litros, mas pode chegar a 1586 litros com o banco rebatido.

O Captiva exportado para o Brasil é feito no México e tem visual bem mais interessante que o vendido na Argentina, produzido na Coréia. Ele tem pára-choques, grade e faróis inteiramente novos. Na lateral, entradas de ar duplas e rodas de alumínio que dão um ar mais esportivo. Por dentro, a GM substituiu as saídas do sistema de ventilação verticais (típicas de SUV japoneses) por outras redondas (que lembram as dos modelos alemães da Audi). O acabamento emprega materiais nobres, como alumínio e couro, e plásticos de engenharia de boa qualidade. Não chega ao padrão de um Land Rover, mas está acima da média.
Ao rodar, o conforto é tanto que a palavra “Sport” no nome do Captiva chega a destoar. Embora ele tenha direção precisa, sua suspensão foi ajustada para que as pessoas se sentissem no sofá de casa. E os bancos também são fofos como poltronas. Poderiam ser um pouco maiores, é verdade. Os assentos curtos não sustentam bem as pernas e os apoios laterais (na dianteira) não ajudam quando a carroceria resolve balançar. Mas essa é a única reclamação. Há espaço suficiente para cinco pessoas e a área envidraçada permite uma visão panorâmica do ambiente externo.
Outro ponto alto do projeto é a segurança. A GM adotou seis airbags, cintos de três pontos para cinco ocupantes, encostos de cabeça ativos nos bancos da frente, ABS, controle eletrônico de tração, ESP, monitoramento da pressão dos pneus, espelhos retrovisores aquecidos e telas de proteção no porta-malas, entre os itens de série. Nos testes, o Captiva demonstrou equilíbrio nas frenagens. Vindo a 80 km/h, ele precisou de 26 metros para parar, enquanto o Hyundai Tucson percorreu 27,7 metros na mesma avaliação.
Mesmo com todos os equipamentos de proteção e o sistema de freios eficiente, a GM não quis saber de riscos e limitou a velocidade máxima do Captiva em 160 km/h. Isso mesmo, o motor V6 é rápido nas arrancadas, mas tem seu ímpeto precocemente abrandado. Na pista, o Captiva acelerou de 0 a 100 km/h em 8,6 segundos e atingiu o limite de 160 km/h em cerca de 700 metros.

O motor 3.6 V6 24V do Captiva é o mesmo que equipa o Chevrolet Omega australiano vendido no Brasil, que, por ter o centro de gravidade mais baixo e ser mais estável, pode alcançar os 229 km/h de velocidade, sem amarras eletrônicas. Segundo a GM, esse motor é o mais moderno da GM no mundo. Ele possui bloco, pistões e cabeçote de alumínio e conta com coletor de admissão e comando de válvulas variáveis. Nos testes de consumo, seu rendimento ficou no mesmo patamar do de outros utilitários esportivos V6, no entanto. Suas médias foram de 6,5 km/l, no ciclo urbano, e 9,2 km/l, no rodoviário, enquanto o Tucson 2.7 obteve 6,6 e 9,1 km/l, respectivamente. O câmbio automático de seis marchas (com opção das trocas manuais) também é um desenvolvimento novo na GM, assim como o sistema de tração 4x4 da versão avaliada, que trabalha sob demanda. A força do motor é toda transmitida para as rodas dianteiras na maior parte do tempo. Mas, se houver necessidade, o sistema pode enviar até 50% do torque para o eixo traseiro. A transferência é automática, sem a necessidade de intervenção do motorista.
Segundo a GM, o Captiva vem para aumentar a família Chevrolet no país. Dessa forma, ele não aposenta o Tracker, que corre em uma faixa de preço mais baixa, nem a Blazer, que será reposicionada e direcionada às frotas. Ao contrário do Tracker, que tem oferta restrita, o Captiva será vendido em todas as concessionárias da GM no país. E terá três anos de garantia integral, sem limite de quilometragem, enquanto toda a linha Chevrolet conta com apenas dois anos de garantia.
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