sexta-feira, 30 de maio de 2008

teste rs

oi!rs

Instale a Barra de Ferramentas com Desktop Search e ganhe EMOTICONS para o Messenger! É GRÁTIS!

cade minha alma gemea???


dificil tarefa essa de descobrir ond está minha alma gemea!acho q está vindo de avião,mas a fila deve ser longa!aff :(

hmm q friuuu...brrrrrr

hm...friuzinhu bom pra ficar na cama!Nem queria levantar hj rsrsrs
um friuzinhu gostoso,com chuva e sem chuva,com chuva e sem chuva!rs
Que vontade de pipoca,que vontade de sopão maggi rsrs
hmmm escolha dificil rs
mas vou ficar no sopão maggi mesmo,e com high school 2 hehe

adoooooooooooooorooooo

msg 10:55

Anjinhu eu cheguei em casa ontem tomei banho deitei e apaguei
me perdoa nao ter ouvido
eu nao to mentindo!Mas vc duvida de td em mim né!

msg 09:57

meu anjinhu
perdão por nao ter te atendido,cheguei em casa ontem e apaguei
me desculpa
vc sabe q jamais eu iria fazer isso com vc meu anjinhu,desculpa seu bebe

msg 09:57

Meu anjinho perdão por nao ter te atendido
cheguei em casa ontem e apaguei me desculpa vc sabe q jamais eu iria fazer isso com vc meu anjinho
desculp seu bebe

Cuspir - deselegância ou necessidade?

Uma notícia ou uma conversa, muitas vezes, nos leva a refletir sobre coisas até então pouco pensadas.

Dia desses li uma reportagem dando conta de que em um dos principais jornais chineses, o Beijing News, foi veiculada uma notícia, no mínimo, sui generis: as autoridades de Xangai proibiram os motoristas de táxi de abaixar o vidro de seu carro para cuspir, um costume muito difundido na China, mas que enoja os visitantes estrangeiros, causando um certo desconforto.

O governo local anunciou no início do ano que havia previsão de distribuir cerca de 45 mil “cuspideiras portáteis” para evitar que pessoas cuspissem nas ruas.

Esse fato provocou uma questão em minha mente: seria cuspir um ato indesejável? Natural? De bom-tom?

Quem não consegue engolir ou controlar a salivação baba ou cospe? Vaca, cachorro, passarinho sabem cuspir? Sentenciavam os mais antigos: “O boi baba porque não sabe cuspir.” O certo é que o ato de cuspir é privilégio dos humanos e trata-se de uma técnica que depende de aprendizado, ou seja, deve ser ensinada. Cuspir significa lançar pela boca ou expelir saliva, cuspo ou substância líquida. Baba é a saliva que escorre pela boca.

O ato de cuspir -a cuspidura ou cuspidela- é uma função adaptativa do sistema estomatognático (ou bucal) e, por via de regra, refere-se a um fenômeno voluntário que, para ser executado, depende dos constituintes do sistema, cada qual desempenhando determinado papel. O posicionamento da mandíbula, assim como os movimentos da língua, bochechas e lábios, que resultam na expulsão do conteúdo salivar, devem ser integrados em altos níveis ao sistema nervoso central, especialmente os impulsos provindos do córtex cerebral, que operam a sinapse em pares de nervos cranianos, tabuleiro em que o hipotálamo parece ser peça fundamental.

Se o ato de cuspir, de um lado, pode ser causado reflexamente por estímulos gustativos ou irritativos da boca, por excesso de volume de líquido no seu espaço funcional, por outro, pode representar expressão de hostilidade ou de agressividade, manifestando, com deselegância, o desagrado de alguém diante de algo.

Há ainda as situações que, de repetitivas, acabam por se transformar em hábito: por exemplo, jogadores de beisebol e de futebol costumam cuspir para o lado, antes de uma jogada. Quando se assiste aos jogos de futebol, freqüentemente, vê-se na tela, em grande plano, uma encorpada cuspidela saída a muitos quilômetros por hora da boca do jogador.


Nomenclatura do campo temático: escarro, pigarro, cuspideira

Cuspir matéria ou secreção originada no fundo da garganta ou após expectoração tem um nome um tanto incômodo: escarrar. No entanto, esse enfoque de deselegância acontece há pouco tempo em termos de história: no passado, houve uma época, em que era normal as salas de visita das casas e lugares públicos exibirem um recipiente especial, a escarradeira, também conhecida por cuspidor, para que as pessoas deixassem ali seus depósitos bucais, geralmente os provenientes de tosse ou embaraço na garganta provocado por muco, o chamado pigarro. (Eca!) Esses recipientes eram usados também por causa do hábito de se mascar tabaco à época, coisa essa que fazia as pessoas cuspirem as massas de fumo. Os adeptos do vício mascavam e cuspiam sem parar.

Atualmente, o hábito se afasta da boa educação: o fato de se cuspir no chão, na rua, é um ato deselegante e insalubre, visto que a secreção, sendo rica em microorganismos, torna o local um foco de contaminação, que pode aderir à sola do calçado dos transeuntes e atingir o organismo até por evaporação da secreção.


As diversas funções da boca

Não se nasce sabendo cuspir. É preciso que alguém ensine e que alguém aprenda. Por incrível que possa parecer, faz parte da educação. Educação no sentido genérico, referindo-se ao ato de aprender e ensinar, não envolvendo modos elegantes ou não. E, nesse sentido, há que se ensinar um ser em formação a cuspir, até porque ele deve aprender a se livrar de algo incômodo, inadequado ou perigoso na boca.

Caminhando nessa mesma direção, podemos observar a fase em que a criança ainda é um bebê. Muito se fala que o bebê baba porque os dentes estão nascendo. Não é bem assim. Na verdade, o que ocorre é que, na época em que nascem os primeiros dentinhos, duas situações podem provocar tal procedimento: alguns deles colocam a mãozinha na boca e outros mantêm a boca entreaberta, sem contato labial, sem selamento dos lábios. Ora, tanto uns como outros não conseguem controlar o fluxo de saliva e, com a boca aberta, não deglutem e acabam babando.

Se o nascimento de dentes levasse as pessoas a babarem, esse procedimento ocorreria também aos 2 anos, época em que nascem os últimos dentes de leite e, ainda, aos seis, quando surgem os molares permanentes, na troca dos primeiros dentes. Assim por diante, até o nascimento dos últimos molares permanentes, já na adolescência.

A boca, essa incrível máquina de mastigar, que exerce tantas funções, é mesmo capaz de realizar muitos movimentos: deglute, assopra, aspira, assobia, espirra, beija, boceja, bochecha, chora, morde, sorri, baba e cospe.

Quanta coisa uma notícia ou um assunto nos leva a pensar!

aff.Será homofobia ou vontade de participar???

nao aguento mais escutar a 94fm de manhã!Eles só sabem falar sobre gays!aff chegaaaaa!
dexa os gays pra lá!Parece até q sentem vontade de participar,ou já participam?!Acho q todos devem dar o rabo escondido!
A Adriane Galisteu coitada,eles só sabem falar sobre ela.Disseram q ela está indo aos shows da Ana Carolina direto.E o q tem de mais nisso??? Mas ficam com ironia e deboche em suas "fofocas do dia".E o bjo gay da novela Duas caras???Nossa nao aguento mais eles falando sobre isso.E sobre a parada gay?E sobre qualquer pessoa!aff
Acho q se nao tem notícia,nao fala nada,cala a boca e toca música!Mas MÚSICA de verdade,e nao essa poluição sonora q vc's tocam todo dia.aff desde quando o "CRÉU" é música???
vai tomar nos seus cú!

quinta-feira, 29 de maio de 2008

Padre é condenado a 24 anos de prisão por exploração sexual no MA

"porq eu nao achei ele antes!hehehe"

O padre Félix Barbosa Carreiro foi condenado a 24 anos de prisão em regime fechado pelo crime de exploração sexual contra seis adolescentes no Maranhão. Cabe recurso.

O padre foi preso em novembro de 2005 ao ser flagrado em um quarto de motel em São Luís, acompanhado de dois adolescentes e dois jovens.

Durante o inquérito, a Polícia Civil localizou outras supostas vítimas do padre. Segundo a denúncia do Ministério Público, o padre conhecia os adolescentes na internet e os convidava para programas em motéis em troca de dinheiro, roupas ou entradas de shows. Segundo a acusação, o padre promovia orgias em grupos com adolescentes.

Logo após a prisão em flagrante, a Arquidiocese de São Luís suspendeu o padre por tempo indeterminado.

O juiz Itaércio Paulino da Silva, da 11ª Vara Criminal da capital, considerou na sentença que a conduta do padre era "extremamente reprovável". "A função que exercia [sacerdócio] exigia que se pautasse de maneira totalmente diversa, com retidão de caráter e comportamento, consoante os padrões morais socialmente aceitos e esperados para uma pessoa em sua posição."

O juiz determinou, contudo, que o mandado de prisão contra o padre seja expedido após o trânsito em julgado da decisão (quando não cabem mais recursos). O padre, que chegou a ficar preso durante quatro meses, pode recorrer da sentença em liberdade.

A reportagem não conseguiu falar nesta quinta-feira com o padre ou com o advogado dele. Durante o inquérito, Carreiro negou ter mantido relações sexuais com adolescentes. Afirmou que ia ao motel apenas para conversar com os garotos. Disse ainda que os adolescentes eram garotos de programa que faziam plantão perto da igreja e da casa paroquial em que morava, e que eles o constrangiam a levá-los ao motel.

No dia em que foi flagrado no motel, o padre chegou a afirmar à polícia que saía com os adolescentes. Na época, Carreiro vinha sendo monitorado pela Polícia Civil em razão de denúncia sobre aliciamento de adolescentes.

msg 08:56

Ei pode parar,nao quero meu anjinhu chorando

sinão eu choro tbm

STF aprova pesquisas com células-tronco embrionárias

O Supremo Tribunal Federal (STF) aprovou, sem restrições, a continuidade das pesquisas com células-tronco embrionárias no país. O presidente do Supremo, Gilmar Mendes, foi o último a apresentar sua decisão no julgamento, que teve início em março e foi retomado ontem. Ele votou a favor das pesquisas, mas com ressalva sobre a necessidade de análise por comitê ligado ao Ministério da Saúde. O tema gerou polêmica no plenário.

O que estava sendo julgado era uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) contrária às pesquisas, sob a alegação de que elas violavam o direito à vida. Depois de um debate acalorado sobre a interpretação dos votos e as restrições sugeridas pelos ministros, o presidente do STF encerrou a sessão, anunciando um placar de seis votos pela improcedência da ação. E julgou vencidos os cinco votos que faziam ressalvas, em maior ou menor grau, às pesquisas.

Após a sessão, Mendes foi questionado se as ressalvas feitas pelos ministros poderiam estimular um debate no Congresso. "Acredito que sim. Foram coisas ditas de passagem que podem levar o Congresso a aperfeiçoar a legislação. Estamos tratando de uma questão extremamente sensível, que diz respeito à dignidade humana", respondeu.

Temporão comemora

Antes mesmo de o debate terminar no STF, o ministro da Saúde José Gomes Temporão divulgou nota à imprensa comemorando a declaração de constitucionalidade da lei que permite a pesquisa de células-tronco embrionárias no país.

"A decisão do STF é uma vitória da vida, pois atende à expectativa de milhares de pacientes que têm esperança de cura para as suas doenças. As pesquisas de células-tronco abrem inúmeras possibilidades para encontramos respostas para doenças que não têm tratamento hoje. O resultado permite à ciência brasileira assumir uma nova posição no cenário internacional", afirmou Temporão, no comunicado.

Com a decisão, o Brasil é o primeiro país da América Latina a permitir as pesquisas de células-tronco e, no mundo, o 26º. Entra no rol de países como Finlândia, Grécia, Suíça, Holanda, Japão, Austrália, Canadá, Coréia do Sul, Estados Unidos, Reino Unido e Israel.

Interpretações

O julgamento no STF nesta quinta-feira começou com um esclarecimento do ministro Cézar Peluso, que disse ter sido mal interpretado na votação de ontem. "Meu voto não contém ressalva nenhuma", afirmou. Ele foi o último a votar na sessão de quarta, que durou o dia todo e foi retomada nesta quinta. Sua fala apontaria algumas restrições às pesquisas, o que foi negado pelo ministro.

Mais tarde, ao final da votação, o ministro Celso de Mello questionou a afirmação do colega, defendendo que Peluso havia votado parcialmente a favor da Adin, e dando início ao intenso debate entre os ministros. Celso de Mello, vale ressaltar, foi um dos mais contundentes em seu voto a favor das pesquisas. Ao declarar que seguia o voto do relator Carlos Ayres Britto, o ministro disse que o voto do relator "representa a aurora de um novo tempo, impregnado de esperança para aqueles abatidos pela angústia da incerteza". Disse ainda que o voto "restaura, em todos nós, a certeza de que milhões de pessoas não mais sucumbirão a desesperança e a amarga frustração de não poderem superar os obstáculos gerados por patologias gravíssimas e irreversíveis e incuráveis até o presente momento".

Ayres Britto defendeu a improcedência da Adin e, conseqüentemente, a continuidade das pesquisas com células-tronco embrionárias, em sessão realizada no dia 5 de março. Na mesma ocasião, a então presidente do STF, Ellen Gracie, declarou seu voto no mesmo sentido. Os outros votos a favor das pesquisas, sem ressalvas, vieram dos ministros Joaquim Barbosa, Cármen Lúcia, Celso de Mello e Marco Aurélio Mello.

O julgamento foi suspenso em março depois que Menezes Direito pediu vista da ação. Ele reabriu a discussão nesta quarta com um voto cuja leitura durou três horas e que continha uma série de restrições às pesquisas, acatando "parcialmente" a Adin. Também propuseram ressalvas os ministros Ricardo Lewandowski, Eros Grau, Cézar Peluso e Gilmar Mendes.

O artigo 5º da Lei de Biossegurança (número 11.105, de 24 de março de 2005), diz que "É permitida, para fins de pesquisa e terapia, a utilização de células-tronco embrionárias obtidas de embriões humanos produzidos por fertilização 'in vitro' e não utilizados no respectivo procedimento".

O texto impõe como condições que os embriões sejam "inviáveis ou congelados há três anos ou mais, na data da publicação da Lei, ou que, já congelados na data da publicação desta Lei, depois de completarem três anos, contados a partir da data de congelamento."

Em qualquer caso, prevê a lei, "é necessário o consentimento dos genitores." E as instituições de pesquisa e serviços de saúde devem "submeter seus projetos à apreciação e aprovação dos respectivos comitês de ética em pesquisa." Também proíbe a "comercialização do material biológico".

msg 08:42

Oi lindo bom dia!
Adoro vc viu

abração do seu bb

quarta-feira, 28 de maio de 2008

segunda-feira, 26 de maio de 2008

Seppuku _ O suicídio honroso


Para o samurai, a perda da honra era algo inaceitável. Do que viver envergonhado, era preferível que se tirasse a própria vida e para isso existia o seppuku. Além da vergonha por perder uma batalha, de algum ato desleal ou da ordem de um superior, o guerreiro podia se matar também para demonstrar sua opinião contrária.
O seppuku, quando planejado, era um ritual detalhado e repleto de significados. Primeiramente o guerreiro se banha e veste somente roupas brancas (a cor branca significa luto no oriente). Sua comida favorita lhe é servida e quando termina a refeição, o samurai escreve um poema. Geralmente, o kaishakunin (seu ajudante, amigo ou subordinado de confiança) ficava ao seu lado na cerimônia, enquanto ele abria o seu kimono e cravava em seu ventre a wakizashi (espada mais curta) ou tantô (punhal). Terminado o corte, o ajudante executava a sua principal função no ritual, a decapitação.
Quando o suicídio era cometido no campo de batalha, muitas destas etapas eram deixadas de lado e o kaishakunin era, geralmente, o daimyô inimigo. Isso demonstrava que o guerreiro tinha lutado bravamente e merecia morrer com honra.
Algernon Freeman-Midford, um diplomata britânico, presenciou o seppuku de Taki Zenzaburo (que havia ordenado um ataque a um acampamento estrangeiro) e relatou o episódio da seguinte maneira:
“Comandada pelo próprio imperador, a cerimônia ocorreu às 22:30 h em um templo de Seifukuji, o quartel general das tropas de Satsuma.
Taki, sem hesitar e demonstrar emoção alguma confessou: “Eu sozinho ordenei o ataque aos estrangeiros em Kobe e novamente quando eles tentaram escapar. Por este crime eu me desventrarei e imploro aos presentes que me dêem a honra de presenciar o ato”.
Cuidadosamente iniciou o ritual retirando a parte superior de seu kimono e prendeu as mangas embaixo do joelho para que ele caísse para frente e morresse como um nobre cavalheiro japonês. Com firmeza, Taki pegou a espada, fitou-a como se fizesse seus últimos pensamentos e rasgou a barriga. Durante toda a operação ele não moveu um músculo de sua face.
Posicionou-se então o kaishakunin. Segurou a sua espada no ar por um segundo e decapitou Taki em um movimento preciso. O silêncio do recinto era quebrado pelo som do sangue caindo em nossa frente.“
Existiram ainda duas variações do seppuku:Kanshi: motivado principalmente em protesto a algum superior, esta forma de suicídio consistia em, com um profundo corte horizontal no estômago coberto por uma bandagem, o guerreiro aparecia na frente de seu superior e revelava a sua insatisfação e em seguida a ferida.Jigai: o suicídio da mulher era para evitar o estupro por guerreiros inimigos. Elas amarravam as coxas aos tornozelos para que pudessem morrer em uma posição digna e cortavam a veia jugular.
Um dos primeiros registros do seppuku é o de Minamoto Tametomo, conhecido pela sua habilidade no manejo do arco-e-flecha, que se suicidou em 1170 após perder uma batalha para o clã inimigo dos Taira.
Logo após a restauração Meiji, em 1873 o seppuku foi abolido oficialmente como uma forma de punição. No entanto, suicídios desta maneira continuaram a existir voluntariamente. Entre eles, destacam-se o do escritor Yukio Mishima que, em 1970, desventrou-se em protesto à inércia do exército japonês em relação à sua proposta de golpe de estado para que o poder retornasse ao imperador.